
Subindo o tom: e agora?
Um presidente desqualificado como estadista, que não governa e se dedica a agitar as águas em benefício próprio, indica que o País está entregue a si próprio, obrigado a extrair o máximo de suas forças para seguir em frente.

Um presidente desqualificado como estadista, que não governa e se dedica a agitar as águas em benefício próprio, indica que o País está entregue a si próprio, obrigado a extrair o máximo de suas forças para seguir em frente.

Paranoia, autoritarismo golpista e incompetência de Bolsonaro paralisam o Brasil

O País já está em condições de vislumbrar os estragos produzidos por um governo que virou as costas para a sociedade

A construção de um “terceiro” nome para 2022 está longe de ser simples, nesse País politicamente tão fragmentado e no qual os partidos contam menos a cada dia.

O presidente queima seus últimos cartuchos, embora sempre se possa prever a invenção de alguma maldade extraordinária na caverna em que habita

Os atletas brasileiros mostram que é possível avançar com foco e dedicação. Fornecem uma metáfora da vida, de um povo que não se rende nem desiste

O tirano que chega ao poder cerca-se de cópias de si mesmo, pessoas incompetentes, ignorantes, vulgares, disponíveis para todo tipo de serviço

A ideia de aumentar o fundo eleitoral para quase 6 bilhões de reais comprova que se atingiu um nível extremo de deboche e irresponsabilidade